terça-feira, 2 de outubro de 2012

Matéria ISTOÉ com o advogado Henrique Guimarães

Tire proveito da guerra das tarifas
Depois da briga pela redução dos juros, chegou a vez de os bancos cortarem as tarifas. Saiba como não pagar além do que consome e descubra quais são os serviços gratuitos

por Fabíola Perez - REVISTA ISTOÉ - SEU BOLSO  N° Edição:  2241 |  19.Out.12 - 21:00 |  Atualizado em 26.Out.12 - 12:48
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A segurança financeira e os inúmeros benefícios oferecidos pelas instituições bancárias podem custar caro. Segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, o ganho dos bancos com tarifas, ponderado pelo número de clientes, cresceu 33% no segundo semestre de 2012 em comparação ao mesmo período do ano passado. Para o especialista em finanças da Universidade de São Paulo e da Fundação Vanzolini, Wilson Miceli, operações simples devem contar com uma redução tarifária. “O cliente que faz investimentos e contrata seguros é favorecido com descontos e isenções.

Já aquele que não consome muitos produtos financeiros é prejudicado com a cobrança de tarifas altas”, explica.Em muitos casos, as instituições bancárias chegam a dificultar a contratação dos pacotes de serviços gratuitos pelos clientes. “O problema é que os bancos não elaboram pacotes tarifários apenas com serviços gratuitos, sempre estão embutidos serviços pagos que não são do interesse do consumidor contratante”, observa Henrique Guimarães, advogado especialista em direito bancário. Abaixo, confira os direitos e deveres do consumidor bancário e como administrar as tarifas. 

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Fontes: Banco Central do Brasil; Henrique Guimarães, advogado especialista em direito bancário; Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec); Procon-SP; Wilson Motta Micelli, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Fundação Vanzolini.

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