quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Clientes reclamam de atraso na entrega de imóveis



TV Alterosa JF - 22/01/2013



Clientes compraram um imóvel, mas reclamam de atraso na entrega e das más condições em que o empreendimento foi liberado para moradia.






 Veja o que esclarece a PDG:

A PDG, empresa responsável pelo residencial Città Neo, no bairro Jardim das Borboletas, informa que o condomínio possui 1.214 unidades, divididas em 10 módulos. Os três primeiros já foram entregues e estão sendo realizadas as vistorias do módulo IV para iniciar as entregas das unidades ainda neste mês.

Em relação às reclamações do cliente Marcelo Romero quanto ao retorno de água pluvial em sua casa de identificação, a companhia informa que já foram realizadas diversas intervenções na rede de captação de chuva a fim de sanar o incidente. Além disso, a empresa arcou com todos os gastos necessários à reposição de mobiliários danificados da unidade. Nas últimas chuvas ocorridas na cidade, a empresa não recebeu nenhuma reclamação sobre fatos dessa natureza.

A empresa informa que recebeu no dia 19 de dezembro de 2012 a solicitação de reparos na unidade J20, do módulo IV, da cliente Bianca Dutra. A empresa já realizou intervenção na parte de drenagem da unidade e irá enviar profissionais para reavaliarem os demais itens reclamados como muro danificado e desnível na grama. A moradora possui livre acesso aos funcionários e ao departamento jurídico da construtora e em nenhuma das reuniões das quais participou com a empresa abordou o assunto sobre vícios de construção de sua unidade.

A cliente Priscila Oliveira já foi informada que nessa quarta-feira (23) a empresa concluirá a instalação da rede elétrica no módulo, o que permitirá a entrega das unidades. A construtora ressalta que todos os contatos realizados pela cliente foram respondidos pelo SAC. O módulo já possui Habite-se, mas por se tratar de um empreendimento financiado pela Caixa Econômica Federal, outros documentos são exigidos para a efetiva entrega das unidades aos compradores.

A PDG esclarece ainda que o vídeo mostrado na reportagem foi feito há mais de um ano, e que esse tipo de problema não ocorre mais.

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